Cassol destaca papel da agricultura na retomada da economia

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O senador Ivo Cassol (PP-RO) comemorou nesta terça-feira, (6), a contribuição do agronegócio para a retomada da economia brasileira. Dados do IBGE revelaram que em 2017, após dois anos de extrema recessão, houve um crescimento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Os números mostram que a agricultura e o agronegócio foram os setores que mais contribuíram para a melhoria do desempenho da economia.  A safra de grãos recorde ajudou a derrubar a inflação a patamares inéditos e contribuiu também para encerrar o período de recessão vivido no País. No ano passado, o agronegócio cresceu 13%, o maior crescimento da série histórica, iniciada em 1996.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento da agropecuária foi motivado, principalmente, por dois produtos: a soja e o milho. No primeiro caso, houve uma alta de 55,2% na produção das lavouras, enquanto que, no segundo caso, esse aumento foi de 19,4%.

Durante audiência pública na Comissão de Agricultura, Cassol lembrou que para a agricultura continuar a crescer é preciso investir em infraestrutura. O senador exibiu um vídeo e alertou para as péssimas condições das estradas no estado de Rondônia. “Superar o gargalo das estradas, melhorar a infraestrutura é fundamental para alavancar a agricultura no Brasil. Só se consegue fazer agricultura com uma infraestrutura de qualidade, como o pecuarista vai levar seus bois para o frigorifico sem estradas, levar o leite? A falta de infraestrutura é o que tem impedido um crescimento ainda maior do agronegócio, principalmente dos pequenos produtores, que ficam com o pires na mão sem condições de escoar a produção”, explicou Cassol.

O parlamentar fez duras críticas aos ambientalistas, que segundo Cassol, são financiados com recursos de outros países e trabalham para evitar que o Brasil ganhe competitividade na área agrícola.


Controle de Pragas

Durante a reunião da Comissão de Agricultura, também foi discutido o uso de tecnologias para o controle de pragas no campo. Cassol explicou, por exemplo, a dificuldade nos bananais de Rondônia, que foram atingidos por pragas. São mais de 150 tipos de pragas existentes, elas não têm divisas de territórios e nem faixa de fronteiras. Portanto o que se pode fazer para diminuir o uso de defensivos agrícolas, com certeza vamos fazer e com isso diminuir as doenças que causam nas pessoas. “É preciso tecnologia para evitar pragas e garantir a produção. O controle de pragas garante maior oferta de alimentos a um preço mais baixo no prato do consumidor”, finalizou o senador. ​